“Porque eu sou do tamanho do que vejo. E não do tamanho da minha altura.”

Esses dias estava meio tristonha, preocupada com algumas coisas da vida, como vocês sabem  minha separação não foi nada fácil e apesar de já fazer alguns anos as coisas ainda não se ajeitaram…algumas até pioraram!!! Mas, eu e meus 3 filhos somos bons guerreiros e estamos aí na luta, recomeçando tudo e desbravando um mundo muitas vezes muito hostil…Hostil sim, mas habitado por algumas pessoas de bom coração, um coração tão bom que até parece que nasceram para nos ajudar e dar forças pra continuar, Fernando Pessoa  e minha amiga Cynthia estão entre essas pessoas. E foi exatamente essa amiga querida que me enviou este poema do citado poeta, ela o fez para me dar forças para continuar na luta e eu o compartilho com você, para lembrar que seus olhos são lindos e que seu olhar é o olhar que você construir para você mesmo!

Dê minha amiga Cynthia para você. Tenha uma boa vida!

Onde você vê um obstáculo,
alguém vê o término da viagem
e o outro vê uma chance de crescer.
Onde você vê um motivo pra se irritar,
Alguém vê a tragédia total
E o outro vê uma prova para sua paciência.
Onde você vê a morte,
Alguém vê o fim
E o outro vê o começo de uma nova etapa…
Onde você vê a fortuna,
Alguém vê a riqueza material
E o outro pode encontrar por trás de tudo, a dor e a miséria total.
Onde você vê a teimosia,
Alguém vê a ignorância,
Um outro compreende as limitações do companheiro,
percebendo que cada qual caminha em seu próprio passo.
E que é inútil querer apressar o passo do outro,
a não ser que ele deseje isso.
Cada qual vê o que quer, pode ou consegue enxergar.
“Porque eu sou do tamanho do que vejo.
E não do tamanho da minha altura.”

Fernando Pessoa

O amor da minha vida!!!

Muita coisa tem acontecido na minha vida, alíás, muitas já aconteceram, nunca tive uma vida ligth ou monótona nem mesmo fácil. Sempre fui intensa, desde menina, me lembro de ser uma menininha muito bonitinha de pretos cabelos lisos cortados em estilo Chanel.

Adorava brincar de bonecas, mas sempre em situações extremas. Na casa de meus avós maternos havia um tapete na varanda e eu levava minhas bonecas para lá e imaginava que ali era um navio e uma grande tempestade nos surpreendia, assim, como mãe zelosa, protegia minha prole, racionava os mantimentos, organizava o convés, cuidava dos feridos…Outras vezes subia na laje da mesma casa , dos mesmos avós e ali a aventura era de uma guerra, uma invasão, uma peste, mas, eu sempre sabia o que fazer, como cuidar do todos, como fazer a dor passar e acima de tudo como estar sempre alerta.

Eterna bandeirante! Minha terapeuta me falou isso inúmeras vezes!Adorável criatura! Sempre alerta, sempre com a guarda levantada, sempre em posição de defesa, ou será ataque? Será mesmo o ataque a melhor defesa? Ou algumas vezes se fazer de morto é mais inteligente e até mesmo mais eficiente? Afinal, quem pode com cachorro louco? Só saque a arma para matar… Só quando é matar ou morrer! Das outras vezes desvie, negocie se faça de morto, afie a faca e planeje cautelosamente o próximo passo… Mas, eu ainda não sabia nada disso então passei anos da minha vida, Sempre Alerta!!

O tempo passou, as brincadeiras mudaram, os riscos aumentaram, mas eu estava sempre alerta, com certeza isso me salvou inúmeras vezes.

Alerta, sempre fui muito cuidadosa, medida importante para quem é impetuosa, curiosa, vanguarda pura quase enlouquecida pelo sabor da vida… Então, sempre alerta!

Lanterna na mão iluminava meu caminho e de todos os demais que se aproximavam e os que não se aproximavam, mas sabia que estavam perdidos, eu atraia para minha rede de segurança… E assim, passei minha juventude de lanterna na mão, sempre alerta!

Mas, fui uma criança feliz, minhas brincadeiras de infância me preparam para o que viria pela frente… Muitas tempestades e guerras povoaram minha vida real.

Fui uma jovem, muito jovem, daquelas que deixam as mães de cabelos em pé, notem que sou de uma geração que abriu várias portas. Na verdade as portas que hoje meus filhos atravessam sem medo e vergonha foram abertas por algumas pessoas da minha geração e isso é claro tem seu preço…

Mas enfim, preço acertado vivi o que precisa viver aos 20 anos, conheci corpos jovens, bebi com os amigos, fiz festas em sítios, fiz muito trabalho de faculdade “na casa de Mariazinha”, corri alguns riscos é certo… Meu anjo da guarda forte e algumas vezes exausto me salvou mais de uma centena de vezes.

Mas enfim, fiz o que minha geração fazia naquele momento, ou o que algumas destemidas pessoas da minha geração faziam naquele momento.  Abríamos as portas, quebrávamos as barreiras, enfrentávamos a hipocrisia, riamos dos mentirosos e resistíamos à ditadura, tanto a militar como a de costumes.

E assim, no meio de tudo isso, encontrei a pessoa que acreditei ser o “amor da minha vida” e me casei, tive três filhos maravilhosos e segui pela vida.

Muitas coisas aconteceram, muitos desafios, muitas tempestades, guerras, problemas e perdas, algumas foram perdas muito cruéis… Mas, mais uma vez estava eu vivendo o momento que a vida me impunha, com a dignidade e maturidade que acreditava ser necessária.

Sempre alerta! Lanterna na mão! Faça o que tiver que ser feito era meu lema…  É verdade, que caí muitas vezes, me deprimi umas tantas, me enchi de esperança outras mais e me decepcionei, mas nunca deixei de lutar!

Lutei como só os arrogantes são capazes, enfrentei os problemas com a destemida prepotência única aos que se julgam os engenheiros de Deus.

Engenheiros de Deus, seres míticos capazes de consertar tudo, de torneiras pingando ao vício em crack, passando pelo problema mais comum; a cegueira emocional… E lá fui eu, de lanterna na mão. Sempre alerta. Eu e meu cinto de mil e uma utilidades…

E então o tempo foi passando, não deixei de lutar uma luta, mas deixei várias vezes de ver o por do sol, e não há nada que me emocione mais que o sol se pondo… Até ele, o rei, que tem um sistema todo com seu nome, dorme e descansa tranqüilo enquanto sua parceira a doce e sedutora lua brilha vestida de prata ! Hoje eu sei por que adoro a lua! Adoro essa coisa languida e doce que ela representa…

Enfim, com o passar dos anos, a vida enfim se impôs a mim mesma, consegui parar, olhar em volta, perceber meu corpo, sentir meu espírito, reconhecer meu cheiro. Foi então que um desejo louco de revisitar histórias passadas inundou minha alma. Intensa como sou, a história que me ocorreu foi uma das mais fortes para mim. E ao visitar este lugar deixei livre um grande vulcão. Como uma caixa de Pandora, que se abre sem aviso prévio, não tive nenhuma defesa e me entreguei a mais louca das aventuras…uma viagem pela minha própria e única história.

É claro, que impiedosa como sou, fiz perguntas que não se fazem, ouvi respostas que não queria algumas que nem concordo, mas que me fizeram mergulhar nas profundezas de meu ser. E fiz as mais loucas, cruéis e amorosas descobertas.

Descobri que o amor da minha vida, era apenas um amor, um amor forte o suficiente para gerar nossos filhos extremamente amados, mas era apenas um amor forte e verdadeiro, mas não era o amor da minha vida!

Descobri que dei a estes filhos amados o direito de tomar todo o espaço que queriam em minha vida. Adoro dividir a vida com eles, aliás, não existe ninguém que eu goste mais de compartilhar a existência. Mas, também adoro a solidão, o sucesso e os amigos da minha idade.

Descobri que ao tentar consertar tudo que estava errado, esqueci de dar manutenção a mim mesma e assim adoeci severamente de corpo e alma.

Descobri que por medo de não querer voltar deixei de ir a lugares desejados. Tolo engano! Sei muito bem onde quero estar, e sei também que é no movimento de ir e vir que sempre estaremos com quem amamos. Descobri quem decide o roteiro da minha vida sou eu.

E fiz então a mais importante descoberta.  Descobri o grande amor da minha vida!

Eu! Eu sou o grande amor da minha vida!

Descobri que amo muito algumas poucas pessoas, mas não amo ninguém como a mim mesma!

E isso, faz toda a diferença! Deixei tantas coisas paradas no tempo, deixei tantos amigos sem ver revisitados, deixei tantas viagens sem ser feitas, tantos caminhos pela metade…

Descobri que sou uma ótima pessoa, mas que teria sido ainda melhor se não tivesse amado o próximo mais que a mim mesma.

“Amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a ti mesmo”. Esta é a mais importante lição da religião cristã da qual faço parte. Não vi em nenhum lugar “Amar ao próximo mais que a ti mesmo”. E acredito que Deus vive dentro de nós…

Hoje, posso tranquila e serena sair por aí… parar onde quiser…voltar para o início…revisitar  boas histórias, passar horas jogando conversa fora numa mesa de bar na calçada…pois assim, me respeitando, realizando meus desejos e seguindo meu caminho, serei mais feliz e assim sendo serei um ser humano ainda melhor….para mim mesma e para os que compartilho a existência.

Dedico este post à Adriana Campos Cerqueira Leite e ela sabe o por que…

Cristina Morais

A besta fera!

Esses dias passei por uma situação sinistra. Destas que nos lembram o quanto somos imperfeitos.

Tive um triste desentendimento, com uma pessoa muito querida. Hoje fico pensando como duas pessoas que se amam e se comprometeram para esta existência, puderam se machucar e se desrespeitar desta maneira.

Nestes momentos, eu, que sou espírita, me volto para a doutrina e para o autoconhecimento, para tentar entender o que foi que aconteceu naquele dia. A explicação que me ocorre, é que deixamos a besta que mora dentro de cada um de nós sair pela escotilha do cansaço e da raiva e foram elas, as duas bestas feras que travaram aquela briga.

Talvez em alguns momentos de nossa existência, estejamos tão cansados que descuidamos da porta que guarda nossa besta interior, ou seja, relaxamos no cuidado intenso que devemos ter com nosso comportamento moral.

Quem é espírita sabe que a terra é um planeta de prova e expiação, que não estamos aqui de férias. Que a grande razão de nossa existência é evoluirmos como ser humano.

Então, após a luta das bestas, lambi minhas feridas, avaliei os danos causados e após perceber o infame empate de injúrias, fiz o que a doutrina ensina. Refleti! Tentei compreender por que não consegui frear os baixos impulsos, como poderia ter evitado tão desastroso acontecimento. E depois, pedi perdão!

E torci fortemente para ser perdoada e para ter forças de perdoar. E mais uma vez pedi perdão! Feras recolhidas, sincero perdão pedido, aguardei e aguardei. Não ouvi com todas claras palavras que havia sido perdoada, e também não ouvi com palavra nenhuma um pedido de perdão, mas, algumas vezes é necessário ler os sinais e algumas ações me foram suficientes para perceber que o pior havia passado. Que as feras estavam novamente enjauladas e a vida poderia continuar seu curso.

Mas, infelizmente para meu mais absoluto espanto e desaponto percebi que outras feras foram desenjauladas após aquele triste fato. Feras outras, que nem estavam no incidente, destas feras que minam os campos, que põe lenha na fogueira e ficam a observar o fogo queimar o que outros estão tentando salvar. Quando percebi isso, e demorei a perceber, quase soltei minha fera novamente, mas fui salva. Salva pela tristeza de uma filha, que com a dor estampada nos olhos me disse, ”Mãe, nós temos perdido tanto ultimamente, estou tão cansada, não quero e não posso perder mais ninguém, mesmo os que me desapontaram”.

E foi pela dor dela e pela dor da minha mãe, que ordenei que a besta não saísse e desta vez consegui. Acho, que ao olhar em volta e perceber o quanto a dor se espalha pude conter a minha fera em sua jaula e fortalecer minha moral.

Talvez meus filhos puderam se isentar do desejo bestial de por lenha na fogueira, por terem sido testemunhas do acontecido, o que aumenta minha vergonha, mas viram a fúria das duas feras buscando igualdade  de ataques e também, por que após o acontecido eu disse a eles, “Ninguém é mais ou menos culpado, erramos igualmente e espero sermos igualmente perdoadas por vocês e entre nós.

Mas, não passa um dia, sem que pense, por que não consegui ficar quieta, o que foi ali que despertou minha besta fera? Por que não fui capaz de perceber a dor do outro, o limite do outro, por que não consegui vislumbrar por atrás de tanta raiva o olhar maldoso da fera tentando sair?

Ah!!! Mansuetude! Se eu tivesse dado mais espaço a ela do que à fera, eu teria simplesmente aberto os braços e acolhido aquela pessoa amada que sofria e que muito provavelmente também não queria briga, queria apenas um abraço e ouvir o maior de todos os calmantes, ”calma, tudo vai dar certo. Eu reconheço sua dor, reconheço sua luta, você é merecedora de graças e as receberá a seu tempo”.

Infelizmente, como ser humano imperfeito que sou não pude fazer isso naquele momento, mas o faço agora. Abro meus braços, peço perdão novamente e abraço o ser amado.

Abro aqui humildemente meu coração desta maneira, pois acredito que isso possa nos ajudar a todos a refletir sobre nossa imperfeição humana e nossa necessidade de crescimento pessoal e moral. Vamos vigiar melhor nossas bestas interiores e dar mais força e atitude à nossa luz! Com um sincero desejo de paz, deixo aqui algumas frases que venho recolhendo aqui e acolá:

“A medida de um homem é sua capacidade de admitir quando está errado”. Abraham Lincoln

“Não há limite para o perdão, por que não há limites para o amor”. Dom Geraldo Lyrio

“Para que o mal triunfe, basta que os bons não façam nada”. Edmund Burk

“Perdoar os inimigos é pedir perdão para si mesmo, perdoar os amigos é uma prova de amizade, perdoar as ofensas é mostrar que se tornou melhor”. Chico Xavier

“Jesus, recomendou que perdoássemos não sete vezes, mas setenta vezes sete cada tipo de ofensa”.Chico Xavier

Post: Cristina Morais

Gaia, o começo de tudo…

Hoje, conforme o prometido do post anterior sobre meio ambiente, vou começar a falar sobre os elementos. Começarei esta nossa viagem pelo planeta terra falando do início de tudo, ou seja, Gaia.

Existem algumas versões do significado e origem de Gaia irei apresentar para você duas das que eu achei mais interessante:

  1. A primeira que mostro à vocês é a do Desenho Animado. Gaia, o espírito da Terra segundo a mitologia grega, é a protetora do planeta. Foi ela quem levou os 5 Protetores para sua casa na Ilha da Esperança, único lugar que ela se consegue materializar na sua forma humana, para que pudessem ajudá-la em sua luta para salvar a Terra. Gaia usa um vestido lilás longo e esvoaçante com sandálias prateadas. Enquanto cada um dos Protetores representa uma cultura específica, Gaia é uma mistura de todas: sua pele morena, cabelos lisos pretos e olhos azuis evidenciam que ela é uma miscigenação das três grandes etnias (negra da África, branca da Europa e amarela da Ásia) que compõem a humanidade.
    Poder: interação telepática e empatia espiritual com as pessoas, principalmente as de coração puro.
    Representa: toda a espécie humana
  1. A segunda versão é mais conhecida como a Teoria de Gaia, a qual eu estudei na faculdade, também conhecida como Hipótese de Gaia, é uma tese que afirma que o planeta Terra é um ser vivo. De acordo com esta teoria, nosso planeta possui a capacidade de auto-sustentação, ou seja, é capaz de gerar, manter e alterar suas condições ambientais. A Teoria de Gaia foi criada pelo cientista e ambientalista inglês James Ephraim Lovelock, no ano de 1969. Contou com os estudos da bióloga norte-americana Lynn Margulis. O nome da teoria é uma homenagem a deusa Gaia, divindade que representava a Terra na mitologia grega. Quando foi lançada, esta teoria não conseguiu agradar a comunidade de cientistas tradicionais. Foi, primeiramente, aceita por ambientalistas e defensores da ecologia. Porém, atualmente, com o problema do aquecimento global, esta teoria está sendo revista e muitos cientistas tradicionais já aceitam algumas idéias da Teoria de Gaia.

Digo à vocês que a minha opinião de Gaia é que “ela” é a alma, a essência do Planeta, para mim, como no desenho, ela nos dá sinais dos impactos que estamos causando ao planeta e também nos mostra a solução, que muitas vezes parece ser a mais difícil, mas que na verdade é sempre muito simples, Gaia nos mostra que para o planeta sobreviver é necessário que todos tenham o mesmo objetivo de manter a qualidade do planeta, e não com o objetivo de agradar as vontades e desejos materiais do ser humano, que é o principal causador do desequilibrio da Terra.

Esse estágios que mostrei à vocês, mostra como o planeta funciona em um ciclo, o qual o homem só vem interferindo. Temos que entender que o Homem está somente de passagem no planeta, somos visitantes, e não os donos do mundo onde podemos fazer o que bem entendemos sem consequências.

Gente, quando é que vamos acordar e ver que a Terra já vem dando muitos sinais de que não está bem e que só depende de nós para curá-la???? Essa figuras dos estágios de Gaia que coloquei aqui acaba no estágio 5, que diz que o fim está próximo mas não quis inseri-lo aqui, pois acredito que ainda podemos mudar o futuro.

Próximo post será sobre o bem mais precioso e que não damos o valor merecido: a Água!!! Aguardem!!!

Post: Stela Ribeiro

Mais Dicas da Semana…por que a vida nunca para.

Mais uma dica da semana!

Acabei de receber este material e achei que deveria publicar imediatamente! Talvez tenha a ver comigo mesma, ando numa fase meio filosófica, sentindo falta de pensar, discutir, analisar nossos movimentos nesta “vida loca”. Tenho medo de deixar a vida passar sem perceber os acontecimentos, sem aprender, sem aprimorar meu espírito! Confesso que me esforço bastante para ser um ser humano melhor, mas algumas vezes é tão difícil! Acho que se hoje eu conhecesse um filófoso me apaixonaria por ele! Que loucura!

Bom, segue abaixo uma ótima oportunidade para pensar, ouvir, falar…sobre qualidade de vida, tem algo mais importante?

Então vamos reservar uma noite para discutir esse assunto.

Discutir qualidade de vida, uma proposta aparentemente inusitada, mas que pode ser uma boa opção para os campineiros amanhã à noite. Os debates serão conduzidos pela professora e pesquisadora da Universidade de São Paulo (USP), Maria Alves de Toledo Bruns, na Prosapiens – Sabor do Saber. Criada há  aproximadamente um ano em Campinas, a escola busca promover discussões sobre Filosofia, Psicologia e História para além dos muros das universidades.

Amanhã, sob o tema “Qualidade de Vida: realidade ou Utopia”, Maria Alves, que é doutora em Psicologia Educacional pela Unicamp, discutirá longevidade e sexualidade, entre outros assuntos. A professora desenvolve pesquisas sobre envelhecimento humano e afirma que a primeira ideia a ser discutida no curso é a associação entre beleza e corpo saudável. “Ter qualidade de vida não é viver aprisionado a um modelo de beleza e de corpo, é preciso extrapolar a estética e considerar o projeto de vida da pessoa, sua visão da espiritualidade e aspectos psicológicos”, explica. Segundo a professora, o debate situa o tema em questões contemporâneas.

SERVIÇO:

Curso Qualidade de Vida: Realidade ou Utopia?
Professora: Doutora Maria Alves, da Universidade de São Paulo (USP)
Quando: 20 de maio – quinta-feira
Horário: das 19h30 às 21h30

Onde: Auditório da Cultura Inglesa – Cambuí
Inscrições: R$ 100,00
Informações: http://www.prosapiens.net.br/ / contato@prosapiens.net.br / 3388.8342

Post: Cristina Morais

Abre a boca e fecha os olhos!

Tudo começou em #Paris, foi na cidade das luzes, que as psicólogas #ElisFeldman e #MariaLyra, experimentaram pela primeira vez a sensação de comer no escuro. “Ao comer sem usar a visão, o alimento toma uma dimensão diferente. Descobrimos sua textura, o aroma e pequenos detalhes que acabamos não percebendo normalmente”, conta Elis  

Jantar no escuro

Jantar vendado, um mergulho no universo sensorial

E foi para trazer esta experiência ao Brasil, que elas criaram o Ateliê No Escuro Gastronomia, que promove jantares onde a degustação é feita com os participantes vendados. É uma verdadeira viagem pelo mundo dos sentidos. Por um breve momento você se despoja do sentido da visão e mergulha no rico universo da sensoriedade.  

 Bom, se você ficou com vontade de passar por esta incrível experiência, se prepare, pois neste sábado dia 27, tem jantar no escuro no #CaféBlèsD’or. Imagine a sensação de jantar de olhos vendados em um restaurante muito especial, com um toque francês. Arrepiante, né?!  

 Experiência ideal para quem está querendo dar um toque de novo ou um ar de emoção na vida cotidiana.  

atelie No escuro gastronomia

Uma viagem pelo mundo dos sentidos

Quando: 27 de fevereiro às 20h00  

Onde:  Café Blès D’or _ Rua Tuim, 653 – Moema - SP  

  Reservas:(11) 96907259 ou 83395099

atelie@noescurogastronomia.com.br

Post: Cristina Morais

Ah!Como é doce a mansuetude…

Criei este espaço para compartilhar experiências e trocar Bons Conselhos…não, eu não acredito neste papo egoísta que se conselho fosse bom ninguém dava de graça.
O Bom Conselho é um presente, e presente a gente ganha e não compra.
Aprendi isso após passar por uma situação traumática e descobrir que um bom conselheiro pode salvar uma vida, acabar com uma guerra ou ainda fazer você dormir e esperar o sol nascer…

Hoje, umas das minhas prioridades na vida é conseguir a graça de ser aquela do Bom Conselho!!!

O conselho de hoje começa com uma história…

Alguns anos atrás perdi uma das coisas mais importantes da minha vida, foi um horror, uma sensação de morte, passei meses chorando,o mundo todo conheceu minha dor, ouvi todo tipo de conselho que se possa imaginar, mas, a dor não passava.
Pedia e pedia a Deus que aquela dor passasse, e a dor estava lá todos os dias… Junto com o sol, e com a lua, e a chuva, e a tarde….
Busquei ajuda em muitos lugares, com muitas pessoas e mais conselhos…
Alguns conselhos me deixavam temporareamente mais tranquila, outros me irritavam muito, outros me faziam rir e outros ainda iniciavam mais uma crise de choro.
Como só encontrava paz na Casa de Jesus – casa espirita que eu frequento, começei a ir lá todos os dias, como se fosse meu grupo de AA, afinal precisava me livrar daquela dor, que já era quase um vício.
Foi aí que tudo começou a mudar…todos os dias de uma forma ou de outra eu ouvia alguém falando de amor, do amor que transborda, do amor que constrói e foi neste processo que descobri a palavra MANSUETUDE.
Mansuetude vem de manso, mansidão, brandura, afabilidade, meiguice. Demorei um pouco pra entender a força e a abrangência da palavra, ou melhor dessa ação.
AH! se eu tivesse sido mais mansa, mais branda…Se eu tivesse descoberto a mansuetude anos atrás, se alguém me tivesse dado este Bom Conselho quando ainda era jovem…talvez eu tivesse chorado menos…e abraçado mais, e me calado mais, e esperado mais a mansidão do tempo que acalma nossa alma e acorda nosso anjo interior.
Mas, olho no futuro!!!
O Bom Conselho da semama é: Descubra a doçura da MANSUETUDE.

Este post é uma homenagem a minha filha Julieta que com sua mansuetude e carinho vem me ajudando a cada dia a nunca perder a esperança! Obrigada, Ju!

Post: Cristina Morais

Projeto Tamar

O projeto Tamar faz 30 anos!

30 anos lutando pelas tartarugas marinhas.

30 anos mostrando que é possível lutar pela sobrevivência e pela vida.

30 anos construindo conciências e mostrando caminhos contra a extinção.

30 anos nos ensinando a ser éticos e continuar acreditando e nunca abandonar a luta que se acredita justa.

30 anos comprometidos com as comunidades em seu entorno.

30 an0s buscando melhorar a qualidade de vida do planeta.

Para saber mais sobre o Projeto Tamar  acesse este link 

Parabéns a todos do Projeto Tamar!! O mundo precisa de mais pessoas como vocês!

Cristina Morais